Postado em 11/03/2019 | Compartilhar com


Conheça os finalistas do 2º Prêmio Café Brasil de Jornalismo
Jornalistas de ES, MG, SP, DF e RJ são finalistas da competição que valoriza a importância do cooperativismo para a sustentabilidade econômica do café. Iniciativa teve o apoio da Minasul


Os trabalhos de 12 profissionais da imprensa brasileira, estão classificados para o 2º Prêmio Café Brasil de Jornalismo. O concurso, que elegeu os melhores trabalhos buscou destacar “a Importância do Cooperativismo Cafeeiro na Economia Regional”, através de reportagens que evidenciaram a relevância do suporte fornecido pelas cooperativas aos cafeicultores e, consequentemente, o impacto econômico-financeiro que esse apoio tem na economia dos municípios e regiões onde a atividade é desenvolvida. Esse objetivo foi alcançado por 12 jornalistas de Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal e Rio de Janeiro, que são os finalistas do 2º Prêmio Café Brasil de Jornalismo. Ao todo, serão distribuídos R$90 mil em prêmio aos vencedores.

 

A competição, organizada pelo Conselho Nacional do Café (CNC) em parceria com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha (Minasul), contou também com o apoio institucional da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT).

 A intenção, segundo organizadores, foi a de reconhecer a importância da imprensa e o seu compromisso com o desenvolvimento de pautas sobre os pontos sustentáveis da atividade cafeeira no Brasil. Nesta edição, com especial destaque para os trabalhos de campo, como forma de ampliar a propagação da atuação da cafeicultura no que diz respeito aos aspectos ambiental, trabalhista e, principalmente, econômico.

 

Os finalistas do 2º Prêmio Café Brasil de Jornalismo, em ordem alfabética, são:

 

“Esta edição deu especial atenção à importância econômica da atividade cafeeira nas regiões onde é exercida, tendo como suporte as nossas cooperativas, que se mostram cada vez mais vitais para que a cafeicultura nacional mantenha sua força, gerando milhões de empregos e movimentando as economias regionais, fortalecendo os diversos segmentos do comércio e, tudo isso, preservando o meio ambiente, fato vital para que a sustentabilidade seja uma constante. Esses 12 profissionais foram os que desenvolveram conteúdos mais conectados à nossa sugestão de tema, por isso estão entre os premiados”, explica o presidente do CNC, Silas Brasileiro.

 

O diretor de Comunicação do Conselho, Paulo André Kawasaki, destaca a importância do Prêmio no atual contexto vivido pela profissão no país. “O advento das redes sociais criou um cenário de agilidade, mas que também acendeu a luz de alerta. O jornalismo profissional passa por uma fase de descrédito. Qualquer pessoa, que publique qualquer coisa na internet, torna-se o ‘senhor da razão’, ainda que não haja apuração dos fatos para a postagem, assim como por parte de quem lê e compartilha, disseminando conteúdos que não primam pela verdade ou, no mínimo, por ouvir os dois lados. A ideia de criar o Prêmio foi para valorizar o trabalho do bom jornalismo, sendo esse o estímulo que encontramos a esses profissionais que dedicam sua realidade em prol da boa informação ao público”, explica.

 

A cerimônia de premiação da competição ocorrerá em Brasília (DF), no dia 19 de março, às 19h30, na sede da OCB. Na oportunidade, será revelada a classificação final de todos os jornalistas, que levarão para casa, além de medalhas, troféus e diplomas, a premiação de R$ 10 mil, R$ 7,5 mil ou R$ 5 mil, conforme sua colocação. A competição conta com quatro categorias (Impresso, Internet, Rádio e TV) e distribuirá um total de R$ 90 mil aos vencedores.

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