Postado em 26/07/2019 | Compartilhar com


Após o II Fórum Mundial de Produtores de Café, a implementação de propostas para o agronegócio café
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Um evento de oportunidades para todos os países produtores de café do mundo.  Assim foi o Fórum Mundial do Café, realizado em Campinas (SP), durante os dias 10 e 11 de junho. Todas as nações representadas puderam ouvir, debater e apresentar sugestões durante o evento. Para o presidente da Minasul, José Marcos Rafael Magalhães, o evento foi uma oportunidade ímpar para a cafeicultura e para a Minasul, instituição que apoiou e realizou o Fórum.  “A cafeicultura vive um excelente momento do ponto de vista da produção, oferta do produto ao mercado e da ótima aceitação do café por todos os segmentos da sociedade. Isso é muito positivo. E para continuar sendo assim, é fundamental que se tenha o equilíbrio entre os três pilares que sustentam essa atividade: o social, o ambiental e o econômico. Foi sobre a convergência mútua que fomos discutir”, fala.

Para que o café continue a existir com toda a sua exuberância, esses pilares precisam manter um ponto de equilíbrio. “Ao nosso ver, o cafeicultor e as cooperativas têm cumprido muito bem as responsabilidades que lhes dizem respeito; já o mercado precisa enxergar isso e dar a sua contrapartida para a própria sobrevida do negócio café. Se o produtor não consegue bancar os seus custos, o produto café fica ameaçado no quesito quantidade de oferta e qualidade - o que não é nada bom para a o mercado”, ressalta.

Conforme José Marcos, o sucesso do Fórum é a confirmação da importância da cafeicultura para o mundo. “Nós tivemos a adesão mais de 60 entidades, 40 países e 1, 5 mil participantes. Mais de 300 matérias foram publicadas no mundo inteiro sobre o Fórum, o que bem exemplifica a relevância do que estávamos discutindo”.

Cadeia produtiva

O trader da Minasul Héberson Vilas Boas Sastre ressalta que, além de levar o nome da Minasul para o mundo inteiro e a sua preocupação com o negócio café, o Fórum foi uma oportunidade para discutir temas complexos e estruturais, como rentabilidade, rastreabilidade, transparência e, acima de tudo, sustentabilidade. “Foi aquele momento em que todos, juntos, procuraram discutir ideias e caminhos, maneiras sustentáveis e dignas para os produtores seguirem adiante. Um evento excelente que abrangeu toda a cadeia produtiva e o mercado como instrumento de proteção à renda dos produtores”.

A unanimidade em torno do café, seja do ponto de vista científico ou de costumes, se alastra pelo mundo e tem contribuído para exaltar o produto, colocando-o em grande evidência. “Todos os ramos da ciência defendem o consumo do café como algo benéfico, um estimulante natural que contribui para a disposição, capacidade criativa ou estímulo para quem busca exercitar o corpo. Isso faz do café um produto único, sem concorrentes no mercado e com grande aceitação mundial, até porque os jovens estão aderindo cada vez mais ao café, e se os jovens estão movimentando o consumo, sinal de que o teremos em alta por muito tempo. Então, vale muito investir no café”, declara José Marcos.

A confiança fez a Minasul aproveitar o clima positivo do evento para anunciar novidades como o Direct Trade e Coffee Coin, ambos com o intuito de propiciar mais agilidade, segurança e economia em processos burocráticos e de rentabilidade. Sastre explica que o Coffee Coin consiste basicamente em um sistema em que o produtor pode efetuar as suas compras com mais facilidade nas lojas da Minasul, usando o café como moeda de pagamento. O associado pode, inclusive, usar um crédito obtido através de vendas realizadas no Mercado Futuro. Em uma segunda etapa, esse mecanismo poderá expandir para lojas fora da Minasul ou para investidores e especuladores que queiram operar essa ferramenta trazendo mais liquidez.  “Será um grande salto na cadeia do café”, defende.

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